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08/02/2010 - Notícias Agrícolas
Mercado de soja com volatilidade extrema em ChicagoCompras técnicas associado a expectativa de redução nas estimativas de estoques finais norteamericanos no próximo relatório do USDA (terça-feira dia 09/02) seguem atuando como suporte ao mercado de soja. Por outro lado a movimentação dos mercados externos não contribuiu para a recuperação da oleaginosa. Na sexta-feira , mais uma vez o dia foi sangrio nas commodities energéticas, metálicas e softs com alta expressiva do U$ perante as principais moedas globais (especialmente o euro). Embora não novidade, o cenário para a safra recorde na América do Sul e feriado chinês (normalmente reduz a movimentação do gigante asiático no mercado de soja) também pesam sobre os futuros em Chicago. Em meio a este cenário ambíguo, o fechamento foi estável, o que não deixa de constituir-se um quadro positivo considerando a movimentação externa. O mercado espera redução nos estoques norte-americanos de 6,88 mi/tons (em janeiro) para 6,02 mi/tons em função da demanda interna e exportações aquecidas. Ao mesmo tempo, há a expectativa de revisão na safra brasileira de soja (algo em torno de 500 mil tons.) o que traz uma expectativa de estoques finais mundiais em 60,3 mi/tons ante 59,8 mi/tons em janeiro e 42,87 mi/tons na temporada 2008/09). O mercado não espera alterações nas projeções para a colheita Argentina devido a incerteza em relação aos potenciais finais das lavouras do país. A expectativa a frente é de que o mercado de soja mantenha-se firme, no entanto o desempenho positivo dos mercados externos é necessário para que a soja tenha espaço para uma recuperação mais expressiva. Podemos registrar uma movimentação de sustentação no mercado em Chicago (devido aos estoques mais apertados nos EUA) e uma queda recorrente no Brasil devido a entrada da safra (prêmios e fretes). No início da próxima semana mercado focado no relatório do USDA! Fonte: Notícias AgrícolasMercado de milho segue pressionadoMercado de milho segue pressionado na BM&F com perdas em todos os vencimentos. A ampla oferta do produto no mercado, evolução do plantio da safrinha na época recomendada e, demanda interna sem sinalizar uma recuperação mais intensa, mantém a expectativa de preços mais baixos a frente. Houve um aumento no interesse de venda, com destaque as regiões produtoras, no entanto os compradores, embora presentes, originam apenas da "mão para a boca". Contribuindo ao cenário negativo, o governo sinalizou que questões burocráticas podem retardar a realização dos tão esperados leilões de escoamento de milho no Brasil. A colheita evoluiu expressivamente esta semana em várias regiões do país. No RS, a EMATER projeta 15% da área colhida ante 16% no mesmo período do ano anterior e 17% na média. O leve atraso reflete os problemas de plantio em função das chuvas em 2009. No geral as lavouras desenvolvem-se normalmente no estado, mas as chuvas previstas para a próxima semana são necessárias para manter o potencial produtivo das lavouras plantadas no tarde. A expectativa para o mercado de milho é de que os preços sigam pressionados a frente! Fonte: Notícias AgrícolasEUA: preços futuros do algodão fecharam em baixa na sexta-feiraOs preços do algodão fecharam em queda pelo segundo dia consecutivo na bolsa de Nova York. Os contratos para maio terminaram o último pregão da semana passada a 68,23 centavos de dólar por libra-peso, queda de 227 pontos em relação ao dia anterior. Esse é o nível mais baixo registrado desde outubro do ano passado. A queda foi atribuída a pressões oriundas do mercado de ações americano e também do petróleo, que voltou a cair em Nova York, segundo a Dow Jones Newswires. Analistas disseram que a aversão ao risco dos investidores ainda se mantém, retirando recursos das commodities e migrando o capital para investimentos mais seguros, como o dólar. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq terminou a sexta-feira a 142,80 centavos de real por libra-peso, alta de 0,18%. Fonte: Valor EconômicoDólar termina a semana em alta negociado a R$ 1,89Em um dia de intensa volatilidade, o dólar fechou com alta de 0,37% na terceira sessão seguida em relação ao real, a R$ 1,889 na compra e a R$ 1,891 na venda. Na semana, a moeda americana subiu 0,32%, com três dias no campo positivo e dois no negativo. No ano, acumula alta de 8,5%. Esta foi a quarta semana consecutiva de apreciação do dólar, que subiu em 20 dos 25 dias de negócios de 2010. Fonte: Só NotíciasRS: milho bate recorde de produtividade no EstadoMédia saltou de 75 sacos por hectare para mais de 125 nesta safra. Mesmo com uma redução acentuada de área plantada, que chegou a 7,7% no Estado, a safra 2009/2010 de milho terá recorde de produtividade, alcançando em algumas regiões 125 sacas por hectare, fator que deve compensar a diminuição de área. Na safra passada, esse índice não ultrapassou os 75 sacos por hectare. O motivo para o sucesso nas lavouras se deve à chuva, que conforme especialistas, veio na hora certa. “No milho, já temos confirmada a alta da produtividade, é muito difícil que esse quadro se reverta, ao contrário do que pode ocorrer com a soja”, aponta o gerente agrotécnico da Contrijuí, Mário Jung. A produção total no Estado deve chegar a 5,1 milhões de toneladas, contra 4,2 milhões da safra passada. Os produtores já começaram a colher o cereal, alcançando cerca de 15% do total a ser retirado da terra. No caso da soja, o cenário ainda é de incerteza quanto aos índices de produtividade e também ao volume total a ser colhido. “É muito cedo para falar em possíveis recordes de produção”, diz o agrônomo e assessor da diretoria técnica da Emater/RS Célio Colle. A média em produtividade deve ficar em torno de 37 sacos por hectare, contra 33 sacas registradas na safra 2008/2009, volume que pode não se confirmar caso se agravem os focos de ferrugem nas lavouras. “A doença está sob controle, mas pode trazer alguma quebra”, avalia Jung. Além disso, nessa safra, houve atraso no plantio da oleaginosa, que deveria ter sido feito em novembro e só saiu em dezembro, em função das chuvas. “A falta de chuvas seria um problema agora e já temos alguns problemas pontuais”, diz Colle. A estimativa de produção é de 8,4 milhões de toneladas, contra 7,9 milhões produzidos na safra passada, em torno de 6,9% de acréscimo. A área aumentou de 3,8 milhões de hectares, para 3,9 milhões. Apesar dos índices positivos a campo, no mercado o cenário é outro: preços achatados pela alta oferta de milho e soja. No caso do cereal, a previsão é de produção elevada no Brasil, cerca de 51 milhões de toneladas, e também nos Estados Unidos. O consumo é de 46 milhões de toneladas e os estoques de passagem se mantêm altos, com cerca de 7 milhões de toneladas. “Temos milho de sobra”, afirma Colle. Os preços praticados seguem em baixa, com a semana indicando uma redução de 2,8% na cotação média estadual. Com isso, a saca de 60 quilos ficou em R$ 15,95 para o produtor. A situação da soja é semelhante à do milho. Conforme dados da Emater, uma safra cheia na América do Sul - Brasil com 65 milhões de toneladas e Argentina com 53 milhões de toneladas, aliada à redução das compras por parte da China, está refletindo de maneira negativa no mercado da soja, mantendo os preços deprimidos. No mercado local, as cotações variaram durante a semana entre um mínimo de R$ 37,00 e um máximo de R$ 40,00, dependendo da praça consultada e do fechamento do câmbio. Com uma variação negativa de 3,26%, em relação à semana passada, o preço médio da saca de 60 quilos, para o produtor, ficou em R$ 38,01. Fonte: Jornal do ComércioShow Coopavel espera 140 mil agricultoresComeça hoje, em Cascavel (PR), o 22 Show Rural Coopavel, uma das mais importantes feiras agrícolas do país, promovida pela Coopavel Cooperativa Agroindustrial. A mostra segue até o dia 12 e terá mais de 340 expositores, dentre eles empresas gaúchas. São esperados 140 mil produtores. Com foco em novas tecnologias, o evento terá 5 mil experimentos nas áreas agrícola, de pecuária, ambiental e de diversificação rural. Fonte: Correio do Povo - AgrolinkPreços do leite sinalizam recuperaçãoA expectativa em torno da recuperação dos preços do leite no mercado internacional já começa a se refletir no mercado interno. Os primeiros sinais de retomada, conforme o presidente da Comissão de Pecuária de Leite da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim, foram observados ao longo de janeiro, em plena safra, quando os valores do produto no mercado spot, em Goiás, segunda maior bacia leiteira do País, subiram em torno de R$ 0,10/litro. Em Minas, a valorização atingiu de cinco a seis centavos por litro. O resultado pode ser atribuído à melhoria das cotações no mercado internacional e ao incremento da demanda por parte das indústrias. ''Quando há recuperação de mercado e há necessidade de matéria-prima, as cotações do spot reagem. É o que está acontecendo neste momento'', explica Alvim. O último levantamento divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, apontou uma queda de 5,45% na média nacional dos preços pagos aos produtores de leite, referentes à produção entregue em novembro. A média considera sete estados (MG, RS, SP, PR, GO, BA e SC) e atingiu R$ 0,6024/litro. De agosto a dezembro, houve queda de 17,2 centavos por litro. Entretanto, conforme o próprio Cepea, a tendência baixista seria encerrado no mês passado. Especialistas indicam que os preços poderão subir a partir de março. As sinalizações, conforme o presidente da Comissão de Pecuária de Leite da CNA, confirmam as perspectivas de que o setor de alimentos e, dentro dele o segmento de lácteos, se recuperaria mais rápido do que outros, após a crise financeira internacional. Além disso, é um alento para o setor que fechou o ano passado com o primeiro deficit na balança comercial de lácteos em cinco anos. Dados da Comissão de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apontam que no acumulado do ano, na comparação com 2008, a receita com as exportações de produtos lácteos caiu 69,2%, para US$ 166,8 milhões, sendo que o volume vendido foi 53,5% menor, de 69,1 mil toneladas. Em contrapartida, as importações subiram 24,2%, para US$ 264,8 milhões, com um crescimento de 70,9% no volume, de 133,1 mil toneladas. Com isso, o saldo da balança comercial passou de um superávit de US$ 328,4 milhões em 2008, para um deficit de US$ 98 milhões no ano passado. Grande parte deste resultado foi influenciada pela entrada expressiva de leite em pó proveniente da Argentina e do Uruguai no País, a preços abaixo do mercado internacional, nos primeiros quatro meses de 2009. Um compromisso foi firmado no final de abril entre os pecuaristas brasileiros e o Centro da Indústria Leite Argentina, para limitar as exportações do produto em pó para o Brasil em até 2,5 mil toneladas por mês entre abril até dezembro. Da mesma forma, desde abril do ano passado está em vigor o sistema de licenças não automáticas para importações de leite em pó do Uruguai. Os dois países responderam por 88% do volume de importações de leite pelo Brasil. Retomada A recuperação das cotações do leite em pó no mercado internacional começou a ser observada em agosto do ano passado, quando atingiram US$ 2,1 mil/tonelada. Em dezembro, foram registrados negócios em torno dos US$ 4 mil/tonelada. Embora ainda não representem o pico dos R$ 5,7 mil/tonelada cotados em 2007, um dos melhores anos para o setor de lácteos, as perspectivas são de que pelo menos estes valores se mantenham na casa dos US$ 3,5 mil/tonelada. ''Não é nada extraordinário, mas já é um avanço'', diz Alvim. No Paraná, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab), o valor pago aos produtores tem se mantido estável nos últimos meses. Em janeiro, a média do Estado ficou em R$ 0,58; em dezembro, o preço recebido era de R$ 0,59. No último levantamento parcial de janeiro - semana de 18 a 21 - o valor também ficou em R$ 0,58. O Conselho Paritário do Leite (Conseleite), que serve como patamar para as negociações do produto, definiu na última reunião em janeiro o valor de R$ 0,5836 para o leite acima do padrão; R$ 0,5075 para o padrão; e R$ 0,4614 para o produto abaixo do padrão. Fonte: Folha de Londrina - AgrolinkProdutor brasileiro de algodão quer compensação por disputa com EUAA cadeia brasileira do algodão avisou ao governo que quer compensação pelos anos de briga contra os subsídios dos EUA, com ou sem retaliação contra produtos americanos. Haroldo Cunha, presidente da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), disse privilegiar a sanção imediata sobre mercadorias americanas em até US$ 560 milhoes, que deflagra o gatinho para completá-la depois com retaliação em patentes farmacêuticas. Com o dinheiro das sobretaxas impostas nas importações de produtos americanos, disse Cunha, o governo poderia criar um fundo para pesquisa e desenvolvimento, ideia que está em gestação. Ele está na expectativa de aprovação da lista de retaliação nesta terça-feira pela Camara de Comércio Exterior (Camex). Se o governo chegar a um "acordo provisório" com os EUA para evitar a retaliação, Cunha defende algum tipo de acordo de cooperação científica, com financiamento americano para desenvolvimento biotecnológico e linhas de investimentos. Ele espera aporte americano para os brasileiros combaterem, por exemplo, o bicudo, que eleva o custo de produção em US$ 120 por hectare só com pulverização de defensivos. A fatura fica em US$ 100 milhões por ano. Ele descarta acordo sobre acesso a mercado, porque não exporta aos EUA e os americanos vendem muito pouco algodão para o Brasil. Além disso, um acordo para evitar agora a retaliação teria de ser "provisório e embutindo o compromisso americano do fim dos subsídios condenados". Cunha vê "disposição" na Esplanada dos Ministérios para retaliar os EUA. A segurança é menor sobre o que a Casa Civil fará com a proposta de projeto de lei ou MP para aplicar a retaliação cruzada. "A retaliação é ruim, porque reduz comércio, mas é a única maneira de levar os EUA a cumprir as determinações da OMC (...) A ameaça do novo embaixador dos EUA, de tambem reagir com retaliação, é o fim da picada, depois de os EUA terem sido condenados mais de uma vez por ilegalidade". Em Washington, o Conselho Nacional de Algodão quer que, em caso de retaliação brasileira, a Casa Branca abra novo painel na OMC para mostrar que acabou com os subsídios ilegais.
Fonte: Valor EconômicoTerras valorizadasNos últimos 36 meses Mato Grosso já acumula valorização de 38,80% em terras destinadas à agricultura Terras férteis, clima bom e regime de chuvas bem definido fazem de Mato Grosso um dos Estados mais cobiçados pelos investidores. Tanto que, depois do ligeiro declínio no primeiro trimestre de 2009, motivado pela crise financeira global, os preços das terras agrícolas reagiram no segundo semestre e encerraram 2009 com valorização de 4,70% em relação aos números de 2008. Mais: nos últimos 36 meses Mato Grosso já acumula valorização de 38,80% em terras destinadas à agricultura. Os números fazem parte de levantamento do Instituto AgraFNP, divulgados esta semana. Para 2010, a previsão é de que se mantenha a tendência observada no último semestre de 2009, especialmente em terras com aptidão para o plantio de grãos com alta produtividade. Seria o caso das regiões Sul (Rondonópolis, Pedra Preta, Itiquira, Serra da Petrovina), Leste (Primavera e Campo Verde) e Médio Norte (Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Diamantino). De acordo com os especialistas, a forte demanda por alimentos e a escassez de áreas agricultáveis no mundo continuam dando suporte para a alta nos preços das terras, que devem permanecer nesse ritmo por mais algum tempo. Entretanto, os preços da terra sofrem influência das cotações da soja, o que pode desestabilizar o ritmo das valorizações já no primeiro semestre do ano. “Historicamente, sempre tivemos os preços das terras indexados à cotação da saca da soja. No primeiro semestre do ano passado houve um pequeno descolamento dessa relação devido aos efeitos da crise mundial. A partir do segundo semestre, contudo, os preços voltaram a se recuperar com a retomada dos investimentos e a chegada de grupos estrangeiros ao Estado”, afirmou a analista de Mercado do AgraFNP, Jacqueline Bierhals. Ela diz que o investidor estrangeiro está dando preferência por regiões de melhor logística e preços de terra mais baratos. Por isso, segundo ela, Mato Grosso está perdendo atratividade em relação a outras regiões do país, como Maranhão, Piauí e Tocantins, conhecida como Mapito. “Temos pontualmente produtores que estão em situação melhor, sem dívidas. Porém, até mesmo esses produtores estão cautelosos. Já ouvi falar de produtores de Mato Grosso que estão comprando terras em outras regiões onde não há tantas restrições ambientais”, aponta Jacqueline, lembrando que a atenção desses investidores está voltada principalmente para terras em regiões mais baratas, que exige aporte inicial menor e oferecem maior potencial de valorização. A tendência, na avaliação da analista, é o produtor - em caso de ampliação da produção - reincorporar as terras já abertas ao processo produtivo, ao invés de abrir novas áreas, devido à sua baixa capacidade de investimentos. Ela tem observado também sustentação da valorização, mesmo com os preços das commodities apresentando declínio nos últimos meses. “O valor da terra depende muito do fator logística. Temos preços variados em Mato Grosso. Na medida em que avançamos para regiões mais distantes dos portos de exportação, como o Norte e Noroeste de Mato Grosso e começamos a ter problemas ambientais e de logística, os preços das terras vão caindo. Há ainda o fator da qualidade da terra para a agricultura que também pesa muito na sua valorização para os investidores”. Jacqueline diz que apesar do tímido crescimento da valorização das terras em 2009, o desempenho não pode ser considerado ruim. “Precisamos lembrar que a economia estava em crise no ano passado e que naquele momento ninguém queria investir devido à insegurança motivada pela falta de liquidez. No segundo semestre, entretanto, o mercado reagiu com a volta dos investidores e os preços das terras avançaram sustentados pelo bom desempenho do agronegócio”.
Fonte: Diário de CuiabáExpedição Safra 2009/10 no Show Rural CoopavelA Expedição Safra 2009/10 participará do Show Rural Coopavel, em Cascavel, uma das principais feiras técnicas do agronegócio no país. A feira tem inicio na próxima segunda-feira, 8 de fevereiro. A Expedição marca presença no evento em que as principais empresas de pesquisa e de equipamentos lançam novos produtos e tecnologias, antecipando com exclusividade as tendências para o setor. O estande da RPC terá a exposição fotográfica Diário de Bordo, com imagens da temporada 2009/10. As fotos foram produzidas durante o roteiro da Expedição da América do Sul à América do Norte. Na terça-feira, dia 9, a Expedição promove no estande do Núcleo de Agronegócios um café da manhã para representantes das cooperativas, imprensa, clientes, técnicos e produtores rurais da região e também inicia o ciclo de palestras RPC-Ocepar. Os temas apresentados serão as Perspectivas do Agronegócio no Brasil em 2010 e as Políticas Públicas de Apoio ao Agronegócio Brasileiro. Fonte: AgrolinkRestrições ambientais dificultam negóciosAs restrições ambientais para a prática da atividade agropecuária e a lentidão dos órgãos do meio ambiente na liberação de licenciamentos são os principais entraves para concretização de vendas de terras em Mato Grosso. Segundo entidades de classe, os produtores estão mais conscientes e trabalhando dentro do que permite a legislação ambiental. Os analistas apontam que em Mato Grosso, quanto mais formada a área, mais valorizada ela se torna. Quanto menos formada, necessitando de desmatamento, menor é a valorização. Como a anunciada revisão na legislação que regulamenta a compra de terras por estrangeiros ainda não saiu, as compras financiadas por capital estrangeiro seguem ocorrendo, evidentemente de forma mais concentrada no Centro-Oeste e Nordeste brasileiro. “Para o caso específico dos investidores estrangeiros é necessário considerar que a contínua apreciação do real frente ao dólar norte-americano permite ganhos muito consideráveis decorrentes deste processo, que deve se intensificar com o país alcançando o grau de investimento, o que deve atrair mais capital para o país”, destacam. ÁREAS ABERTAS – De acordo com levantamento da Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja), Mato Grosso tem 61% de sua área ainda preservada. “O nosso objetivo não é aumentar área, mas trabalhar as já abertas e melhorar a infra-estrutura”, afirma o presidente da entidade, Glauber Silveira. Segundo os produtores, a tendência é a valorização das terras abertas, já que as áreas de fronteira apresentam problemas, como as dificuldades para se conseguir licenças ambientais e os altos custos da preparação da lavoura. Os agricultores alegam que os preços estão acima da média, com o hectare da terra chegando a custar até 300 sacas de soja. Mato Grosso tem aproximadamente 6 milhões de hectares de agricultura que poderiam ser utilizadas. Mas os produtores garantem que a intenção não é abrir novas áreas. (MM) Fonte: Diário de CuiabáCompras de terras estão estagnadas em Mato GrossoA baixa procura por terras no Estado ocorre em função dos preços dos imóveis A falta de liquidez no mercado, no ano passado, fez com que as transações de compra e venda de terras agrícolas entrasse um processo de estagnação. A pressão, segundo analistas, decorre da saída generalizada de compradores do mercado e reflete sobretudo nos imóveis rurais voltados à produção de agroenergia. “Houve pouquíssimos negócios nos últimos meses, o que significa que uma crise de liquidez se instalou também neste mercado após a crise financeira global”, avalia o analista André Dias. A estagnação dos preços - e do mercado - neste momento mostra também a apreensão do investidor (mesmo os mais capitalizados) em realizar aquisições de terras, investimento de baixa liquidez. “Mato Grosso já vinha, há algum tempo, apresentando problemas de liquidez por conta das dívidas dos produtores. O que vemos no momento é a entrada de empresas estrangeiras no Estado comprando ou arrendando terras”, diz. O analista lembra que nos últimos meses os investimentos praticamente se estagnaram. “Os poucos negócios que ainda acontecem estão localizados na região do Mapito (Maranhão, Piauí e Tocantins), onde as terras são relativamente mais baratas em relação à região Centro-Oeste”. Segundo ele, os produtores mais capitalizados acabam arrendando as terras daqueles que estão com dificuldades para sobreviver no setor. “Isso vem causando uma maior concentração de terras nas mãos de poucos”. O especialista também diz não ter conhecimento de procura por terras em Mato Grosso. Para André Dias, além da descapitalização do produtor local, a baixa ou quase nenhuma procura por terras em Mato Grosso tem explicação nos preços dos imóveis, que tiveram valorização nos últimos anos. Na avaliação dos especialistas, as terras destinadas à produção de grãos continuam com preços elevados. Isso ocorre porque a maioria dessas áreas é indexada em sacas de soja. Na região Sul de Mato Grosso, por exemplo, onde a logística é melhor e a terra é mais cara, a indexação fica entre 250 e 300 sacas por hectare, com o preço variando de R$ 8,75 mil a R$ 10,50 mil/ha. DESIGUALDADES - Nas regiões mais distantes situadas ao Norte/Noroeste, o interesse pela compra de terras é menor em Mato Grosso. “Temos realidades distintas. No Médio Norte – Lucas e Mutum, por exemplo - as terras estão bastante valorizadas e acompanham a média da região Sul – Rondonópolis, Pedra Preta e Serra da Petrovina, privilegiada pela logística mais barata. As terras de Mato Grosso não são homogêneas e isso acaba também influenciando na valorização das áreas agricultáveis”. Fonte: Diário de CuiabáSó 2 frigoríficos foram beneficiados pela decisão do STF sobre FunruralA decisão Supremo Tribunal Federal (STF) que é inconstitucional a contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) por enquanto, vale apenas para duas empresas do grupo frigorífico Mataboi, de Minas Gerais, que haviam questionado a contribuição na justiça. O STF também vai analisar se a decisão será estendida às demais empresas do setor agropecuário, mas o julgamento ainda não tem data para ocorrer. Até não sair o parecer final do Supremo, as empresas interessadas podem recorrer individualmente à justiça para deixarem de pagar a contribuição. Segundo a Agência Brasil, além de interromper a cobrança, o governo terá que devolver as contribuições recolhidas desde 2005. Se os produtores rurais saírem vitoriosos, o governo poderá sofrer prejuízos de R$ 14 bilhões, R$ 11,25 bilhões oriundos das contribuições recolhidas entre 2005 e 2009 que terão que ser devolvidas e R$ 2,8 bilhões de perdas somente em 2010. O julgamento sobre a legalidade da contribuição para o Funrural iniciou em novembro de 2006. Na época, cinco ministros votaram favoravelmente às empresas do agronegócio. O processo acabou sendo interrompido porque o ministro Cezar Peluso pediu vistas. Somente na terça-feira o plenário do STF voltou a debater o caso. Instituída em 1992, a contribuição financia a aposentadoria dos trabalhadores rurais. Pela determinação atual as empresas devem recolher 2% do valor da comercialização de produtos agropecuários para a Previdência. O Governo busca uma maneira de impedir o prejuízo aos cofres públicos. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou através da assessoria que serão avaliadas as medidas a serem tomadas. Não foi informado se será enviado um projeto de lei complementar para regularizar a contribuição. Fonte: Só NotíciasÍndice de preços no campo em SP sobe 1,1% em janeiroO IqPR, índice de preços recebidos por produtores agropecuários de São Paulo do Instituto de Economia Agrícola (IEA) - vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado -, encerrou janeiro com variação positiva de 1,15%. Foi a 6ª alta mensal consecutiva do indicador, mais uma vez determinada pelas oscilações das cotações no grupo de produtos de origem vegetal. Neste grupo, formado por 14 itens, o ganho médio ponderado foi de 1,69%. A batata, que teve colheita e transporte prejudicados no mês por causa das fortes e intermináveis chuvas paulistas, foi o produto que mais subiu (17,88%), mas houve valorizações significativas também para laranja para mesa (17,43%), em razão do aumento da demanda no verão, e do arroz (8,96%), reflexo da quebra da safra gaúcha, também pelas chuvas. O tomate, em contrapartida, foi o vegetal que mais caiu em janeiro (49,01%), por conta da supersafra que normalizou a oferta e pressionou as cotações a voltarem a seu nível sazonal normal, ainda que as chuvas - sempre elas - possam provocar novas disparadas nas próximas semanas, de acordo com análise do IEA. No grupo de produtos de origem animal, que caiu 0,17% na média ponderada, recuaram os preços de carne de frango (3,78%), ovos (3,42%), leite C (1,57%) e leite B (0,62%). As carnes bovina e suína subiram no mês passado - 2,12% e 1,69%, respectivamente. Fonte: Valor EconômicoPreços do arroz começam a cair em fevereiroOs preços do arroz no Rio Grande do Sul permanecem estáveis, com leve declínio após um período de alta na segunda quinzena de dezembro até o final de janeiro, quando alcançaram preços entre R$ 33,00 e R$ 34,00 por saca de 50 kg para o padrão 58/70. Neste início de mês, porém, já se verifica um recuo nos preços entre 9% e 10% na maioria das regiões. Fatores como proximidade da colheita no Rio Grande do Sul; as colheitas regionais no Paraná, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul; importações; período de férias e a retração no mercado de varejo em função das altas do mês de janeiro contribuíram fortemente para tal redução. Esta situação de queda deverá permanecer durante todo o mês de fevereiro. Fonte: AgrolinkPrevisão do tempo para a Região Centro-OesteNa segunda-feira, o ar mais quente e úmido ainda predomina sobre o Centro-Oeste. O céu fica com muitas nuvens, ocorrem períodos com sol e chove a qualquer hora do dia no centro-norte de Mato Grosso e de Goiás, inclusive no Distrito Federal. Pode chover forte em algumas regiões. Nas demais áreas, o sol aparece com força, faz bastante calor e ocorrem pancadas de chuva a partir da tarde. Previsão do tempo para terça-feira: Na terça-feira, o ar quente e úmido atua sobre toda a região Centro-Oeste e deixa o tempo abafado. O sol aparece sempre entre muitas nuvens e acontecem pancadas de chuva a qualquer hora do dia no Mato Grosso e em Goiás. Há risco de chuva forte em alguns municípios. Nas demais áreas da Região, o sol aparece com força, à temperatura fica elevada e ocorrem pancadas isoladas de chuva a partir da tarde. Previsão do tempo para quarta-feira: Na quarta-feira, áreas de instabilidade predominam sobre o Centro-Oeste do País e deixam o tempo abafado. No sul de Mato Grosso do Sul, sudeste de Goiás, o sol brilha forte e devido ao tempo quente e úmido nuvens mais carregadas se formam e chove a partir da tarde. Nas demais regiões, áreas de instabilidade tropical deixam muitas nuvens carregadas e chove a qualquer hora do dia com períodos de melhoria e aberturas de sol. Pode chover com moderada a forte intensidade no Mato Grosso. Fonte: ClimatempoPrevisão do tempo para a Região SulNa segunda-feira, o avanço de uma frente fria deixa o tempo instável no Rio Grande do Sul. No sul gaúcho, o céu fica nublado e chove a qualquer hora. No norte gaúcho, em Santa Catarina e no Paraná, o sol aparece na maior parte do dia e devido ao tempo quente e úmido nuvens mais carregadas se formam e provocam pancadas de chuva a partir da tarde. Pode chover com forte intensidade.Nas demais áreas do Rio Grande do Sul, o céu fica com muitas nuvens, ocorrem períodos com sol e chove a qualquer hora. Previsão do tempo para terça-feira: Na terça-feira, o tempo volta a ficar mais seco na maior parte do Rio Grande do Sul e o sol predomina sem previsão de chuva. No norte do Paraná, o sol aparece e há previsão de chuva somente para o final da tarde. Nas demais áreas do Sul e no norte gaúcho, a nebulosidade de uma frente fria ainda espalha muita nebulosidade e provoca chuva a qualquer hora com períodos de melhoria e aberturas de sol. Pode chover forte. Previsão do tempo para quarta-feira: Na quarta-feira, o tempo fica firme e com predomínio de sol no sul do Rio Grande do Sul. No leste de Santa Catarina, no Vale do Itajaí e no centro-leste e norte paranaense, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia. Nas demais áreas do Sul, o sol brilha forte na maior parte do dia, com o aquecimento nuvens mais carregadas se formam e chove a partir da tarde. Fonte: ClimatempoMG: novo estímulo ao trigo no CerradoMovido a subsídio e na esteira da crise argentina, o trigo ensaia ganhar força na região do Cerrado. Nesta terça-feira, em Brasília, a câmara setorial das culturas de inverno deve começar a estudar uma modalidade de contratualizar para o trigo as subvenções que atualmente acontecem em leilões dentro de programas da (CONAB) como o PEP (Prêmio para o Escoamento de Produto) e Prop (Prêmio de Risco para Opção Privada de Venda). Nos programas atuais, o governo estabelece um leilão, por meio do qual define a compensação que será paga às empresas que comprarão dos produtores pelo preço mínimo fixado pela CONAB. Nesta nova modalidade, a indústria moageira e os produtores de trigo estabeleceriam um contrato direto de compra, para depois receberem ressarcimento do governo, mediante a comprovação de que pagaram ao produtor o preço mínimo, independente de leilão. Este modelo massificaria o subsídio para o trigo. Valeria para todos os produtores, mas seria especialmente estratégico para os do Cerrado, que plantam o trigo irrigado, com um custo de instalação da irrigação que pode chegar a R$ 4 mil de por hectare, segundo o presidente da Associação Brasileira de Irrigação e Drenagem (Abid), Helvécio Saturnino, e que contam com um custo de produção de R$ 1,6 mil por hectare, segundo avaliação da Embrapa. É em razão do custo mais elevado que a CONAB fixou na safra passada o preço mínimo do trigo do Cerrado em R$ 594 a tonelada, na variedade para panificação, e em R$ 496 na variedade inferior. São preços acima dos de mercado, que vão de R$ 400 e R$ 450. No Cerrado, a produtividade vai de 4 a 7 toneladas por hectare. Em uma reunião entre industriais e produtores de grãos em Unaí, cidade mineira de 60 mil habitantes que está a 180 quilômetros de Brasília, o coordenador geral de cereais do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese, afirmou que uma minuta desta nova modalidade seria apresentada na reunião. E o assessor para assuntos de trigo da CONAB, Paulo Magno Rabelo, disse que a autarquia defenderá para esta safra a mesma tabela de preço mínimo da safra passada. A subvenção econômica é um dos pontos centrais para a estruturação de um polo de produção de trigo tropical no Cerrado, que o governo federal pretende lançar ainda este ano. "Temos hoje trigo para cerca de 30% do nosso consumo e a meta é chegarmos a cerca de 70% a médio prazo, o que transformaria o cerrado na principal região produtora", afirmou o coordenador de trigo da Secretaria da Agricultura de Minas Gerais, Lindomar Lopes, que foi encarregado pelo governo federal de coordenar a estruturação do polo com os outros estados produtores: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e no Distrito Federal. A produção de trigo no Cerrado é discreta: na safra passada, foi de 98 mil toneladas em Minas, 85 mil em Goiás, 73 mil em Mato Grosso do Sul e 14 mil no Distrito Federal. O Paraná, maior produtor nacional, colheu 2,5 milhões de toneladas. O custo do frete rodoviário também pesa: gasta-se R$ 80 para colocar a tonelada de trigo de Unaí em Belo Horizonte, ante cerca de R$ 120 para trazer o trigo da Argentina. Mas, para a indústria, o Cerrado é estratégico. "É possível desenvolver um modelo integrado de produção, de modo a que o produtor segregue o produto do modo que queremos. Isto não é possível conseguir com a produção argentina, que está afetada pela seca e pelo governo anti-ruralista de Cristina Kirchner", afirmou Domingos Costa, dono da fábrica Vilma Alimentos, de Contagem (MG), que comprou no ano passado 32 mil toneladas de trigo, sendo 15 mil toneladas de 60 fornecedores mineiros. " Só não compramos 100% porque não encontramos produto". Também presente na reunião, o Moinho Sete Irmãos, que produz farinha para bolos em Uberlândia (MG), prometeu comprar em Minas Gerais 60 mil toneladas de trigo, se tal produção existir. "Não dá para ficarmos contando com uma mudança política na Argentina", disse o vice-presidente Ilvio Andrade. Costa é o presidente do Sindicato da Indústria do Trigo de Minas Gerais e foi um dos organizadores da reunião em Unaí. O encontro foi marcado pela frieza dos produtores de grãos. Na região de Unaí, com 40 mil hectares irrigados, as culturas principais são milho e feijão. O trigo entraria em um sistema de rotação de culturas para a preservação da propriedade. O presidente da Cooperativa Agrícola de Unaí (Coagril), José Carlos Ferigolo, deixou claro que a região só migra para o trigo com compra garantida que cubra os custos. "Aqui só se planta trigo com o contrato na mão. E quem vai garantir o preço? Esta é a questão", disse. No passado, os agricultores de Unaí chegaram a se entusiasmar com o trigo. Mas o principal comprador, a Bunge, reduziu suas compras e os triticultores não conseguiram colocar a produção no mercado por um preço que cobrisse o custo. Voltaram com toda força para o feijão. Em Unaí, a cooperativa reúne 220 associados, sendo que dez deles concentram a metade da área de 100 mil hectares. Na safra passada, plantou-se trigo em Unaí em 5 % da área. Para incentivar a produção no Cerrado, Costa investiu em silagem. Montou por R$ 4 milhões um silo de 15 mil toneladas em São Gotardo (MG), onde compra a produção da Cooperativa Agrícola do Alto Paranaíba (Coopadap) de agricultores nisseis. De Unaí o empresário viajou para Patos de Minas, a 60 quilômetros de São Gotardo, para negociar a compra de trigo deste ano. Frente à direção da cooperativa agrícola, Costa ofereceu: "Compro tudo o que vocês produzirem. Dou como garantia a silagem por nossa conta e o pagamento 15 dias depois da entrega. E pago pelo menos R$ 400 a tonelada ou o preço do mercado, o que for superior". Os agricultores ligaram suas calculadoras e a discussão se prolongou por duas horas, na sala de reuniões de um hotel em Patos. A informação de que uma nova forma de contrato poderia garantir a compra pelo preço mínimo pouco sensibilizou os cooperados. "É ótimo. Mas estas coisas do governo levam muito tempo", comentou um dos diretores da Coopadap. Os agricultores sugeriram a fixação de um valor pela tonelada próximo ao preço mínimo e foi a vez de Costa resistir. No final, Costa elevou um pouco a sua proposta original e os cooperados ficaram de levar a sugestão aos associados. Fonte: Valor EconômicoRS: clima impõe cuidados no milhoA umidade do ar seguida de altas temperaturas coloca em alerta produtores de milho, que devem estar atentos nesta safra ao risco de pragas e doenças. A cultura deverá ser alvo de um estudo pela Embrapa ao final da colheita. O objetivo é avaliar novas enfermidades e o impacto econômico sobre as plantas. No Estado, conforme a agrônoma Jane de Assis Machado, da Embrapa Milho e Sorgo, em Minas Gerais, o risco maior é com a lagarta-do-cartucho, que ataca em todas as fases de desenvolvimento da planta. Mas as ferrugens também representam ameaça pelo comprometimento da área foliar e podem levar à perda de até 30% da produção. A pesquisadora adverte que, embora os danos provocados por insetos sejam geralmente pequenos, as lesões nas folhas são uma porta aberta para a entrada dos fungos. Fonte: Correio do PovoAgroindústria registrou retração de 4,9% em 2009, segundo IBGEA agroindústria brasileira fechou 2009 com retração de 4,9%, desempenho inferior ao de 2008 (alta de 1,7%), mas superior ao desempenho da indústria geral, que registrou queda de 7,4%. Os dados foram divulgados na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Técnicos do IBGE atribuem a queda da agroindústria no ano passado à crise econômica global e seca na Região Sul do País, com a consequente redução de 8,3% da safra agrícola e o recuo de 28,7% nos investimentos em máquinas e equipamentos agrícolas, além da queda de 2,1% na compra de adubos e fertilizantes e de 15,7% na aquisição de defensivos agropecuários. A agroindústria apresentou resultados negativos nos quatro trimestres de 2009: -6,7% no primeiro; -4,2%, no segundo; -5,9% no terceiro; e -2,8% nos últimos quatro meses do ano. Ambos os semestres apresentaram queda, que foi de 5,3% no primeiro e de 4,5% no segundo. A retração menos intensa no segundo semestre se deve melhora da atividade pecuária, que cresceu 1,8% no período. O resultado da agricultura em 2009 foi influenciado negativamente pela estiagem, iniciada no último trimestre de 2008, sobretudo no sul, principal região produtora do País, e pelo menor uso de adubos e defensivos, que contribuíram para a redução da produtividade e da produção. Grãos Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) a safra de grãos de 2009 foi a segunda maior da história (133,8 milhões de toneladas de grãos), resultado 8,3% inferior safra recorde de 2008 (146 milhões de toneladas). Em consequência da crise econômica internacional, houve queda no volume e no preço das commodities agropecuárias exportadas, com impacto negativo no resultado da agroindústria na comparação com o de 2008. O setor de produtos industriais derivados da agricultura recuou 4,0% em 2009, com resultados negativos em seis dos oito subsetores pesquisados. De acordo com o IBGE, a queda dos derivados da cana-de-açúcar (-5,9%) é explicada pela redução de 15,4% na produção de álcool, devido ao direcionamento da safra para a produção de açúcar, que cresceu 4,0%, reflexo da alta dos preços internacionais, em função da queda da safra da Índia, o segundo maior produtor mundial. Com isso, as exportações de açúcar subiram 24,8%, enquanto as vendas externas de álcool recuaram 34,7%. Outras influências negativas vieram dos derivados da soja (-9,1%), do milho (-2,4%) e do trigo (-4,2%). Fonte: DCI - Diário do Comércio & IndústriaAurora e Diplomata juntas vão investir R$ 550 milhõesA Aurora Alimentos anunciou a retomada do investimento em uma unidade de abate de frangos no município de Carazinho, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 400 milhões. O projeto, anunciado em outubro de 2007, estava suspenso desde o final de 2008. A Diplomata também confirmou a continuidade das obras no frigorífico em Trindade do Sul, de R$ 150 milhões, segundo o diretor da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef), Ricardo Santin. Na última semana a Abef e empresas do setor avícola formaram um grupo de trabalho com o governo gaúcho. Na ocasião Francisco Turra, presidente da entidade, destacou que a falta de investimentos ameaça o setor como um todo no estado. "Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance", garantiu. "As empresas compareceram de forma expressiva, demonstrando a importância que conferíamos à agenda. E a governadora demonstrou enorme apreço pelo nosso setor. Com esse trabalho conjunto, certamente encontraremos formas de estimular a avicultura gaúcha", destacou Turra.
Fonte: DCI - Diário do Comércio & IndústriaVS Comunicação - CuritibaRua Desembargador Westphalen, 1949Cj. 10 - Ed. Center Office - RebouçasCEP: 80.220-030Fone: (41) 3093-0775Curitiba/PRwww.vscomunicacao.com.brVS Comunicação - CascavelRua Pernambuco, 2430 - CentroCEP: 85.807-050Fone: (45) 3326-9375Cascavel/PRvs@vscomunicacao.com.brwww.vscomunicacao.com.br
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