23/01/2009 - Educação ambiental tem forte presença em vários setores do evento

 

Paisagismo temático composto por maquete ambiental, teatro, relógio da vida, museu e mapa mundi, convida visitante à mudança de hábitos!

 Em todos os setores são demonstradas ações que sugerem a produção em harmonia com o meio ambiente. A destinação do lixo doméstico, o reaproveitamento de materiais orgânicos, a conservação do solo e a utilização dos recursos hídricos sem desperdícios são alguns dos temas abordados.  

A Coopavel também orienta sobre proteção de nascentes e matas ciliares, onde demonstra seus projetos ambientais desenvolvidos durante todo o ano e conscientiza as pessoas sobre a importância de preservar os rios e as nascentes de água.

 O Inpev, o IAP e a Hidroelétrica Itaipu, bem como as empresas parceiras, focam  assuntos relacionados  às suas atividades, tais como a aplicação correta de defensivos, a preservação da água e a destinação de embalagens vazias.

 Enfim, são várias estações preparadas para mostrar o quanto é possível aumentar a produção na agricultura, trabalhando em harmonia com o meio ambiente. Estas estações abordam temas como a aplicação de defensivos, o uso de EPI, a destinação de embalagens vazias e o lixo tóxico. Assim como a preservação da água, do solo, a recuperação dos  recursos hídricos, a produção ecológica e a restauração da fauna e da flora.

 Paisagismo temático

Mas o foco maior está no projeto ambiental do Show Rural Coopavel, implantado em parceria entre a Coopavel, a Emater e a Itaipu Binacional e coordenado pelos engenheiros agrônomos da Emater Hamilton Lisboa e Vânia Baratto. Este projeto, denominado de paisagismo temático, é formado pela maquete ambiental, um relógio de flores, o globo terrestre, o museu da vida e o teatro da natureza. Todos estão interligados num tema central: a preservação da vida através da restauração ambiental. “O objetivo é provocar a mudança de atitude nas pessoas”, diz Hamilton.

 A maquete ambiental, depois de ficar um ano sem ser apresentada, volta renovada, em formato gigante, resumindo todos os assuntos ambientais abordados nos últimos anos. Ela também mudou de lugar. Agora está localizada atrás do mirante, onde pode ser  vista do alto, através do próprio mirante, ou bem de perto, através de um passeio pelos corredores que levam a uma viagem no tempo. Uma viagem que também passa pela consciência das pessoas, com reflexões sobre as infrações cometidas e sugestões do que ainda é possível fazer para recuperar o que foi destruído no passado.

 A maquete construída numa área de 5 mil metros quadrados e 380 metros lineares de caminhos, conta com centenas de cenários que estão sendo construídos desde julho de 2008. Segundo Hamilton, ao caminhar pela história, as pessoas poderão ver que a natureza é perfeita, mas que as ações dos homens estão fazendo com que ela desapareça. Mas a natureza pode morrer e um dia ressurgir novamente, enquanto que a vida humana não. E só as atitudes dos homens poderão reverter essa situação.

 O relógio é todo construído com flores, mas terá os ponteiros funcionando normalmente, ou seja, marcando a hora certa. Nele, uma mensagem chama apara a atitude: “Agora é a hora de preservar”. “Queremos com isso chamar a atenção das pessoas dizendo que o planeta já está no seu limite e que nós estamos em débito com a sua sustentabilidade”, diz Hamilton Lisboa. 

 No museu da Vida, a exposição de chama a atenção para a importância do ser humano em relação a tudo o que existe. “De que adianta tanta tecnologia, tanta produção, se não preservamos a vida?”, pergunta Vânia Casado, lembrando que o processo de degradação é intenso e que a falta de conscientização é geral.  

No teatro, apresentado por atores da Coopavel e da Emater, a mensagem deixa claro o que cada pessoa pode fazer para mudar. “São atitudes simples do nosso dia a dia que podem ser incorporadas pelas pessoas e fazer grande diferença no todo, mas são mudanças que precisam partir das pessoas, não podem ser impostas”, explica Vânia. Mas ações muito simples, como jogar uma semente ao solo já são suficientes, pois a natureza se encarrega de fazer o resto.

 Já o mapa mundi, também desenhado com flores no chão,  tem objetivo de chamar a atenção das autoridades para as mudanças do planeta, num contexto global.  

Enfim, ao passar por todos esses locais o visitante do Show Rural sairá, na menor possibilidade, refletindo sobre suas atitudes. “Queremos formar uma corrente de pensamentos, que perpassem pela escola, pela família, e por todos os segmentos da sociedade, mas isso não basta, pois a mudança de atitude tem que vir de dentro de cada um e para isso é preciso, sobretudo, de consciência”. Finalizou Vânia.

  

Maiores informações:
Lurdes Tirelli Guerra
Jornalista – DRT 7223/PR
Fones: (45) 3220 5010 / 3225 6885
comunicação@coopavel.com.br

|voltar|